Você pode ter direito à devolução dos valores, cancelamento dos contratos fraudulentos e indenização por danos morais. A Equipe Reis & Galvão atua com firmeza na defesa de vítimas de fraudes bancárias e na responsabilização das instituições financeiras.
Com o avanço das tecnologias bancárias, também cresceram os casos de fraudes, golpes digitais e acessos indevidos a contas e aplicativos financeiros.
São cada vez mais frequentes as situações em que consumidores, especialmente idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade, são enganados por criminosos que utilizam diversos canais:
Atuamos na defesa da vítima de fraudes bancárias.
Nesse golpe, os criminosos entram em contato com a vítima se passando por atendentes do banco, setor antifraude ou até mesmo “gerentes” de relacionamento. Alegam que foi detectada uma movimentação suspeita na conta e, sob o pretexto de “ajudar a resolver”, induzem a vítima a:
💡 Importante: bancos reais nunca pedem para você instalar aplicativos ou fornecer senhas completas por telefone, WhatsApp ou e-mail.
Como atuamos:
Buscamos a nulidade das transações realizadas mediante fraude, o ressarcimento integral dos valores desviados e a indenização por danos morais, responsabilizando o banco por falha na segurança e ausência de mecanismos de prevenção adequados.
Esse golpe acontece quando a vítima começa a sofrer descontos mensais no seu benefício do INSS, folha de pagamento ou conta bancária, referentes a empréstimos que jamais solicitou ou autorizou.
As táticas mais comuns incluem:
Geralmente, essa fraude envolve uso indevido de dados pessoais (como CPF, número do benefício, contracheque) e pode contar com a participação de correspondentes bancários inescrupulosos, que operam sem consentimento e com falhas graves na validação da contratação.
📌 Comum entre idosos, aposentados e pensionistas, esse golpe compromete a renda básica da vítima e fere diretamente sua dignidade.
Neste golpe, a vítima é abordada por alguém que se apresenta como funcionário do banco ou correspondente autorizado, oferecendo uma “portabilidade” de empréstimo consignado para outra instituição, com a promessa de juros menores, economia ou liberação de valores.
Na prática, não ocorre uma portabilidade real. O que é feito, na verdade, é a contratação de um novo empréstimo com valor maior, e o dinheiro é desviado ou repassado a terceiros, muitas vezes com a vítima sendo apenas “intermediária” sem saber.
É comum que o golpista:
⚠️ O consumidor acredita estar economizando, quando, na verdade, está assumindo um novo empréstimo, aumentando seu endividamento.
Esse golpe ocorre quando a vítima, induzida por criminosos, realiza transferências via PIX acreditando estar resolvendo uma situação urgente, legítima e vinculada à segurança da sua conta bancária ou de terceiros próximos.
Os golpistas costumam se passar por:
Sob pressão e medo de prejuízo, a vítima faz uma ou mais transferências via PIX. Em alguns casos, os criminosos ainda induzem a vítima a:
Neste golpe, a vítima é orientada a instalar um aplicativo em seu celular — como AnyDesk, TeamViewer ou QuickSupport — com a justificativa de que um “funcionário do banco” precisa ajudar a cancelar transações suspeitas ou verificar movimentações na conta.
Com o aplicativo instalado, os golpistas passam a controlar o celular da vítima à distância, realizando em poucos minutos:
A vítima, confiando que está sendo ajudada, muitas vezes não percebe o golpe enquanto ele está em andamento e quando tenta agir, o prejuízo já foi concretizado.
Onde está a falha do banco?
O banco tem o dever de detectar movimentações atípicas, rápidas e incompatíveis com o perfil da vítima, além de interromper ou alertar o correntista sobre acessos suspeitos e instalações de risco. Quando não o faz, responde por falha no dever de segurança e guarda de valores (art. 14, CDC).
Neste tipo de golpe, criminosos utilizam fotos ou vídeos da vítima, geralmente obtidos de redes sociais, mensagens ou até de forma clandestina, para validar operações bancárias usando biometria facial.
A fraude se concretiza quando:
🔎 Em muitos casos, o consumidor só descobre a fraude quando:
Qual a falha do banco?
A autenticação facial é um mecanismo sensível, e seu uso exige validação segura e responsável. Quando o banco aceita um reconhecimento facial sem checar a veracidade ou contexto da operação, viola o dever de diligência e responde pelo prejuízo.
⚠️ A imagem da pessoa é um dado sensível protegido por lei (art. 5º, X da CF e LGPD).
Esse golpe tem se tornado cada vez mais comum. Ele ocorre quando criminosos publicam anúncios falsos de venda de veículos (carros ou motos) em sites ou redes sociais, com preços abaixo do mercado e aparência de negociação legítima.
A vítima, acreditando estar comprando de uma pessoa real ou concessionária, acaba:
📌 Resultado: o dinheiro é transferido à conta de um laranja, o veículo nunca é entregue, e a vítima sofre prejuízo imediato e emocional.
Esse golpe explora o vínculo emocional da vítima com seus familiares. Ele começa com uma mensagem no WhatsApp, onde o criminoso se passa por um parente próximo, dizendo: “Oi, mãe – Oi, pai! Troquei de número. Estou precisando de uma ajuda urgente, posso contar com você?”
A vítima, preocupada e acreditando estar em contato com o próprio filho, acaba:
Os criminosos utilizam informações reais extraídas de redes sociais, tornando a história convincente.
O que caracteriza a falha do banco?
Quando a conta que recebe os valores é usada para fins ilícitos com movimentações atípicas, o banco responde por negligência no controle da atividade e no dever de monitoramento, conforme prevê o CDC.
Neste golpe, criminosos se passam por advogados ou escritórios de advocacia e entram em contato com a vítima para oferecer supostos serviços relacionados a ações judiciais ou valores a receber.
O contato pode ser feito por:
A vítima é induzida a:
📌 Como identificamos esse tipo de golpe:
Valores cobrados antecipadamente com urgência; Linguagem excessivamente formal ou técnica para confundir a vítima; Ausência de contrato de honorários e de procuração assinada.
Esse golpe tem se tornado comum em datas comemorativas. A fraude começa quando a vítima recebe uma ligação ou visita de um suposto entregador dizendo que há um presente ou encomenda em seu nome.
O golpe costuma acontecer de duas formas:
⚠️ O que caracteriza o golpe: a vítima não está esperando nenhuma entrega; a cobrança é feita de forma apressada; o suposto presente não tem remetente identificado; a entrega acontece fora de horário comercial ou em situações suspeitas.
Esse é um dos golpes mais conhecidos e ainda assim continua fazendo vítimas, especialmente idosos e pessoas com pouco contato digital.
A fraude começa com uma ligação telefônica em que um suposto atendente informa que houve uso suspeito do cartão. Depois, o “motoboy” vai até a casa da vítima recolher o cartão e a senha para "perícia".
⚠️ O que torna o golpe perigoso: o tom da ligação é técnico e alarmista; o golpista se apresenta com nome completo e dados do banco.
Onde está a responsabilidade do banco?
Segundo o Código de Defesa do Consumidor, a instituição financeira responde pela falha na segurança do sistema e pela ausência de mecanismos para evitar fraudes previsíveis.